o novo U2?

7 outubro, 2011

Daí que depois da apresentação do Coldplay no Rock in Rio rolou um papinho por aí que Coldplay é o novo U2 e depois de alguma reflexão, por incrível que pareça, eu concordo… em partes.

Vamos esclarecer as coisas, caso você não me conheça, eu explico: desde os 14 anos (mais ou menos) eu sou apaixonada pelo U2, não sou fanática, nem faço parte de fã clube, mas digo pra quem quer ouvir que eles são a minha banda preferida, coleciono CDs, sei de informações sobre os integrantes que não sei sobre integrantes de outras bandas e até turismo relacionado a eles eu já fiz.

Já o Coldplay, eu acho uma banda muito da sem-graça. Tirando Clocks e The Scientist, considero as músicas deles bem chatas e Chris Martin (o vocalista) tem mais cara de doente que Thom Yorke (mentira, ninguém tem mais cara de doente que Thom Yorke, mas tá quase lá! Eles têm uma música que chama Yellow e eu acho que define bem a banda, é uma banda amarela.

O U2 era uma banda que começou sua carreira falando de problemas políticos e sociais, eram rebeldes e sem grana. Quando nos apaixonamos, no começo dos anos 90, eles eram irônicos e sacaninhas. Hoje em dia eles se preocupam bastante em pregar a palavra e isso me deixou cansada a ponto de quase desistir do último show deles no Brasil. Ficaram chatos, caretas, democráticos, ainda que capazes de de apresentar um puta dum show. Nesse ponto que eu concordo que o Coldplay é o novo U2, apesar de me doer o coração admitir isso (e achar que Coldplay ainda tem que comer muito feijão pra chegar nível do Fab Four irlandês).

Deixo vocês com uma boa memória…

Mentira: eu retiro o que eu disse. Você viu o último show do U2? Coldplay pode comer o feijão que quiser, mas nunca vai ser o U2. Desculpa, Bono.

vou e não vou

16 outubro, 2010

(encarte do meu McCartney 71 de sebo)

Posso desabafar? Blog é metade meu, mas posso desabafar, não posso? ok.

Se eu dissesse pra minha versão 1996 que mês que vem estarei vendo Paul fucking McCartney ao vivo em carne e osso, estaria dando pequenos pitis a cada 20 minutos. Mas né, sou praticamente uma balzaquiana, essa fase pasta catálogo com clipping de notícias de Beatles passou. Então essa sou eu, hoje, indo ver James Paul McCartney ao vivo, resignada em ter que presenciar gente que acha que Live and let die é do Guns (digo e repito que a vida em sociedade não é para mim).

Segue, então, uma setlist das minhas hiper super mega favoritas, músicas essas que ele nunca deve ter cantado em lugar nenhum, só mesmo no estúdio na hora que gravou (os xiitas que esclareçam-me os detalhes nos comentários, se quiserem).

My Carnival
Smile Away
Love is Strange (ia ser lindo)
Oo You
The Back Seat of my Car
Picasso’s Last Words
Call Me Back Again (dá conta hoje em dia, McCartney?)
So Bad (e ponha aí um Ballroom Dancing, por que não?)
Goodnight Tonight (uma latinidade no país tropical)

e, claro, o completamente impossível

Mamunia

O que nos leva a concluir com esse post que:
a) minha setlist é a explicação básica do porquê d’eu não ser uma estrela do rock internacional;
b) Paul McCartney preza pelo meu bem estar e não morrerei do coração.

dicas musicais

16 julho, 2010

(uau, Grazi, DOIS posts em um dia?! você está on firah!)

ThinkBing também é cultura, prezados leitores, por isso deixo pra vocês duas dicas da mais fina qualidade:

Sacassaia – uma banda/grupo/projeto assim meio rap, meio dancehall e muito dançante (sei lá essas denominações…) diretamente da nossa capital federal. Bom, clica lá e baixe o cd de graça. Impossível ficar parado (as minhas preferidas são Pega o gringo, Ossoduro e Canibal)

Faroff – mashups estão na moda, já rolou até episódio de Glee falando disso (a louca da enfermeira escolar deu um aditivinho pros alunos, ficaram tudo loko!) e esse cara faz uns mashups da melhor qualidade e adivinha – também é cria da capital! Tocava no Móveis Coloniais de Acaju, foi fazer doutorado em Harvard e agora faz mashups mundo afora. E ele não mash up só as músicas mas também os vídeos. Meu destaque, de loooonge o preferido, é o Funky Shack. Ouve lá!

E já que o assunto é música, dá um pulo lá no site do Coletivo Noções Unidas e ouve a mixtape dos DJs mais mais do DF!

Antes de mais nada, atenção ao título do post. Aspas em inglês são fechadas após o sinal de pontuação. “The sentences end like this.” Pela atenção, obrigada.

Mas o importante é que hoje Richard Starkey Jr., o seu, o meu, o nosso RINGO STARR (caixa alta, letras piscando, você também visualiza, leitor?) completa setenta primaveras. E o Youtube nos disponbiliza sensacionais comerciais para comemorar a data:

e meu favorito

“wrong lads” hohoh ringo, love you, mate :*

Pois é, gente. Dia 25 de junho será conhecido como o dia em que Michael Jackson stole Farrah Fawcett’s thunder (by marinarama).

Antes de Michael, quero citar Farrah, que foi um dos maiores sex symbols da década de 70, apesar de eu achar que Jaclyn Smith era mais bonita e envelheceu melhor. S0bre a morte dela, linko aqui o texto de Renato Thibes (como sempre). Tocante.

Farrah, em seu melhor momento.

Farrah, em seu melhor momento.

Agora sobre Michael… gente! É sempre lamentável quando alguém morre e ele era novo e talz. Mas a morte dele não foi nada trágica se comparada com a vida. O cara era maltratado pelo pai, virou um homem extremamente, digamos, excêntrico e, convenhamos, ele nem tava muito a fim de retomar turnês. Honestamente, acho que era só pra pagar dívidas.

Não acho que ele tenha molestado meninos, acho mesmo que era um homem tão perturbado que vivia em um mundo à parte. O importante é lembrar que ele era foda desde muito cedo. Um gênio mesmo. Em algum momento as pessoas irão esquecer essas bizarrices e se lembrarão só do sucesso, daí ele vai ser imortal, com muita razão.

Beat it!

Beat it!

Só que outra questão me vem à cabeça: e as crianças?

Lição

7 maio, 2009

No auge do meu tédio, eu clico no botão do Stumble Upon e me deparo com a seguinte frase:

You may not be her first, her last, or her only. She loved before she may love again. But if she loves you now, what else matters? She’s not perfect – you aren’t either, and the two of you may never be perfect together but if she can make you laugh, cause you to think twice, and admit to being human and making mistakes, hold onto her and give her the most you can. She may not be thinking about you every second of the day, but she will give you a part of her that she knows you can break – her heart. So don’t hurt her, don’t change her, don’t analyze and don’t expect more than she can give. Smile when she makes you happy, let her know when she makes you mad, and miss her when she’s not there.

— Bob Marley (aqui ó)

Eu tô virando uma mulherzinha mesmo… mas what else matters?

Viva o Rei!

18 abril, 2009

Aproveitando as comemorações do aniversário real, disponibilizo o site oficial de Vossa Majestade, cuja seção “Sim ou Não” é das mais sensacionais que li nos últimos tempos. Analise:

rc11

O sinal de trânsito indica a resposta, se não deu para notar.
As melhores respostas não são sempre vermelhas, para minha surpresa:

rc2

Mas as perguntas são sempre pertinentes:

rc3

 Parabéns, RC, 6.8 and more!

her morning elegance

12 março, 2009

lindo, lindo:

aviso

17 fevereiro, 2009

Queria dizer que, se alguém estiver pensando em me presentear com a nova magnífica obra da melhor banda do mundo, pode procurar outro presente, porque eu já encomendei:

No line in the horizon – esperado ansiosamente (espero gostar mais que do atomic bomb…)

preparação

21 janeiro, 2009

Estou cada vez mais animada e adorei a idéia da faixa::

From Registro Dissonante (claro!)