o novo U2?

7 outubro, 2011

Daí que depois da apresentação do Coldplay no Rock in Rio rolou um papinho por aí que Coldplay é o novo U2 e depois de alguma reflexão, por incrível que pareça, eu concordo… em partes.

Vamos esclarecer as coisas, caso você não me conheça, eu explico: desde os 14 anos (mais ou menos) eu sou apaixonada pelo U2, não sou fanática, nem faço parte de fã clube, mas digo pra quem quer ouvir que eles são a minha banda preferida, coleciono CDs, sei de informações sobre os integrantes que não sei sobre integrantes de outras bandas e até turismo relacionado a eles eu já fiz.

Já o Coldplay, eu acho uma banda muito da sem-graça. Tirando Clocks e The Scientist, considero as músicas deles bem chatas e Chris Martin (o vocalista) tem mais cara de doente que Thom Yorke (mentira, ninguém tem mais cara de doente que Thom Yorke, mas tá quase lá! Eles têm uma música que chama Yellow e eu acho que define bem a banda, é uma banda amarela.

O U2 era uma banda que começou sua carreira falando de problemas políticos e sociais, eram rebeldes e sem grana. Quando nos apaixonamos, no começo dos anos 90, eles eram irônicos e sacaninhas. Hoje em dia eles se preocupam bastante em pregar a palavra e isso me deixou cansada a ponto de quase desistir do último show deles no Brasil. Ficaram chatos, caretas, democráticos, ainda que capazes de de apresentar um puta dum show. Nesse ponto que eu concordo que o Coldplay é o novo U2, apesar de me doer o coração admitir isso (e achar que Coldplay ainda tem que comer muito feijão pra chegar nível do Fab Four irlandês).

Deixo vocês com uma boa memória…

Mentira: eu retiro o que eu disse. Você viu o último show do U2? Coldplay pode comer o feijão que quiser, mas nunca vai ser o U2. Desculpa, Bono.

BABAK

17 fevereiro, 2009

Se contar o povo não acredita.

Tom Cruise esteve no Rio no começo do mês e, como todo turista, foi à praia e (aparentemente) provou o famoso Mate com limão carioca. Praia essa de área militar e acesso restrito etc, mas de quem estamos falando mesmo? Sim, o dude que pula em sofá e come placenta.

Servindo de exemplo como toda celebridade do bem, Tom (supostamente) jogou o copinho no lixo. Foi lá o BABAK e catou, embalou à vácuo e tá vendendo no Mercado Livre pela bagatela de 5 mil reales. 

Eu venderei o mate da próxima celebridade glamourosa a pisar no Rio com exclusividade por qualquer 10 pilas, ok? Eu bem sei que você, querido leitor, quer o DNA de Graziela Inês pra ter uma igualzinha em casa. 😉

Eu não devia

2 fevereiro, 2009

Já que é a minha cidade natal em jogo, mas apreciem a babaquice:

Como bem disse o autor do post original, só conhecendo os tipos da cidade para entender. Aquele Congresso fálico atraindo tudo quanto é tipo de energia pro planalto central não fez bem pra coisa andar.

PS¹: Quando se sai de Brasília é que se percebe quão estranho soa “tesourinha” ou “L2”;
P.S²: Fiquei abismada como agora o planalto enche em dia de chuva! Há dois anos No meu tempo não era asssim “na 2”, nunca.
P.S³ Eu bem pegava o que deu a tijolada na concorrência, salva de palmas pros atletas da APCEF!

rapidinha

5 novembro, 2008

Manchete na Globo.com:

Deborah Secco tira a roupa para salvar a Terra

Você, leitor, por favor me responda: como a nudez dessa senhorita vai ajudar a ‘salvar o planeta’?

Respostas e trocadilhos nos comentários.

há que odiar-se

1 maio, 2008

31. o Canadá

BLAME CANADA!

  • Pela politicamente-correção da coisa toda de ser canadense;
  • Pelos atores manés de lá (Jim Carrey, Dan Akroyd, Michael J. Fox, Dana Carvey, o careca do Whose Line is it, anyway?);
  • Pelas cantoras chatas (Alanis, Celine Dion);
  • Pelo governo não só incentivar essa latino-americanidade toda a fazer filho a ir morar lá, como pagar tudo do bom e do melhor, material escolar das crianças, etc;
  • Pelo fato das pessoas não precisarem trancar as portas de casa (MOORE, Michael);
  • Pela foquinhas que eles matam a pauladas;
  • Pela perfeição total da vida no Canadá, que resulta em altíssimos índices de suicídio. Problemas, pessoas, quem quer que os filhos cresçam em um mundo sem eles? Eu que não.

Exceções canadenses:

  • Guess Who – banda dos anos 70 dos hits American Woman e These Eyes – mas, porém, todavia que são daquelas bandas que nunca acabarão porque os filhos continuam tocando no lugar dos pais, avôs, cunhados.
  • Feist – mas que deu o bolo no Tim Festival, mala sem alça com a voz mais bela.

Aceito mais argumentos de convencimento pró-folhinha. Eu ainda tenho sentimentos, ao contrário das foquinhas.

eu sou astrólogo

15 abril, 2008

Vocês precisam acreditar em mim.

Eu acho esses assuntos espaciais tudo teoria de conspiração. Bandeirinha flamulando na lua, o pobre esqueleto da Laikinha flutuando por aí. Ninguém vai me convencer que tá lá, desse jeito:

É tudo conspiração para você não querer celular GPS, vai por mim.

Stop global warming!

8 abril, 2008

Gente, pára tudo que a coisa ficou séria. Muito séria.

Tão dizendo aí que o aquecimento global vai prejudicar a produção de cevada, which means, que a cerveja vai ficar mais cara.

Então vamos lá, todo mundo fazendo a sua parte: nada de usar sacolas de plástico, levem seus copos e canecas pro trabalho e vamos usar mais escadas, tá? É para o bem comum.

momento poser do dia

29 março, 2008

Hoje é dia nacional de limpeza das praias.

Como sei isso? Porque sou pobre de espírito e gosto de tirar onda por morar em cidade com praia, mesmo sem ir a uma há mais de mês.

Falta de assunto é muito triste, né?

Sobre os verdinhos

29 janeiro, 2008

Não faz sentido uma pessoa que detesta salada – azeitona, acima de tudo – e idolatra uma costela como eu ser ecológica. Tudo culpa da mídia, que guia minha existência ocidental há 25 anos. Quisera eu ser monge no alto Tibet. Não, lá eles não emendam feriados.

Já deve ter um mês, por exemplo, que trouxe pro trabalho um squish genérico (coincidentemente, verde pakalolo), que encho no bebedouro religiosmente todas as manhãs e uso com o copinho plástico que peguei naquele dia. 30 copos descartáveis economizados, caro leitor. Não mereço um Cruzeiro do Sul?

Eu só temo pelos ursos polares, pobrezinhos.