diferença básica

18 outubro, 2010

Contei pra uma amiga sobre o cara legal que eu conheci no feriado e ela dispara: “Onde foi? Como foi? Como ele é? Ele é bonito? Que que ele faz? Quantos anos ele tem? Foi legal? Vocês vão se ver de novo?”

Daí eu contei pra um amigo e ele: “Mas e aí, você deu umazinha?”

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vou e não vou

16 outubro, 2010

(encarte do meu McCartney 71 de sebo)

Posso desabafar? Blog é metade meu, mas posso desabafar, não posso? ok.

Se eu dissesse pra minha versão 1996 que mês que vem estarei vendo Paul fucking McCartney ao vivo em carne e osso, estaria dando pequenos pitis a cada 20 minutos. Mas né, sou praticamente uma balzaquiana, essa fase pasta catálogo com clipping de notícias de Beatles passou. Então essa sou eu, hoje, indo ver James Paul McCartney ao vivo, resignada em ter que presenciar gente que acha que Live and let die é do Guns (digo e repito que a vida em sociedade não é para mim).

Segue, então, uma setlist das minhas hiper super mega favoritas, músicas essas que ele nunca deve ter cantado em lugar nenhum, só mesmo no estúdio na hora que gravou (os xiitas que esclareçam-me os detalhes nos comentários, se quiserem).

My Carnival
Smile Away
Love is Strange (ia ser lindo)
Oo You
The Back Seat of my Car
Picasso’s Last Words
Call Me Back Again (dá conta hoje em dia, McCartney?)
So Bad (e ponha aí um Ballroom Dancing, por que não?)
Goodnight Tonight (uma latinidade no país tropical)

e, claro, o completamente impossível

Mamunia

O que nos leva a concluir com esse post que:
a) minha setlist é a explicação básica do porquê d’eu não ser uma estrela do rock internacional;
b) Paul McCartney preza pelo meu bem estar e não morrerei do coração.