Desabafo

30 outubro, 2011

Sou a favor da volta deste blog porque estou com problemas nas principais redes sociais, a saber:

- Meus parentes descobriram meu Facebook. Eu me contentava com os colegas de trabalho DE TODOS OS TEMPOS de mais de dez anos de vida profissional, mas a prima da minha tia-avó de Minas me achar no Facebook e curtir uma piada de humor negro meu, não. Não, não, não.

- O twitter (minha timeline, pelo menos) virou churrascão de compadre. Eu não me sinto confortável para dar unfollow em gente que eu já conheci pessoalmente. É um problema. Fica chato. Vai rolar um aniversário no futuro de alguém que vocês seguem em comum e vai ficar aquele clima pesado. Aquele olhar de desaprovação de “você se acha superior a mim”. Não acho, amigo, é o twitter que tem essa magia de fazer com que pessoas realmente legais na vida real riam rio grande do sul e usem o mesmo meme por mais de uma semana. Não sei explicar o porquê, um dos mistérios da humanidade.

o novo U2?

7 outubro, 2011

Daí que depois da apresentação do Coldplay no Rock in Rio rolou um papinho por aí que Coldplay é o novo U2 e depois de alguma reflexão, por incrível que pareça, eu concordo… em partes.

Vamos esclarecer as coisas, caso você não me conheça, eu explico: desde os 14 anos (mais ou menos) eu sou apaixonada pelo U2, não sou fanática, nem faço parte de fã clube, mas digo pra quem quer ouvir que eles são a minha banda preferida, coleciono CDs, sei de informações sobre os integrantes que não sei sobre integrantes de outras bandas e até turismo relacionado a eles eu já fiz.

Já o Coldplay, eu acho uma banda muito da sem-graça. Tirando Clocks e The Scientist, considero as músicas deles bem chatas e Chris Martin (o vocalista) tem mais cara de doente que Thom Yorke (mentira, ninguém tem mais cara de doente que Thom Yorke, mas tá quase lá! Eles têm uma música que chama Yellow e eu acho que define bem a banda, é uma banda amarela.

O U2 era uma banda que começou sua carreira falando de problemas políticos e sociais, eram rebeldes e sem grana. Quando nos apaixonamos, no começo dos anos 90, eles eram irônicos e sacaninhas. Hoje em dia eles se preocupam bastante em pregar a palavra e isso me deixou cansada a ponto de quase desistir do último show deles no Brasil. Ficaram chatos, caretas, democráticos, ainda que capazes de de apresentar um puta dum show. Nesse ponto que eu concordo que o Coldplay é o novo U2, apesar de me doer o coração admitir isso (e achar que Coldplay ainda tem que comer muito feijão pra chegar nível do Fab Four irlandês).

Deixo vocês com uma boa memória…

Mentira: eu retiro o que eu disse. Você viu o último show do U2? Coldplay pode comer o feijão que quiser, mas nunca vai ser o U2. Desculpa, Bono.

diferença básica

18 outubro, 2010

Contei pra uma amiga sobre o cara legal que eu conheci no feriado e ela dispara: “Onde foi? Como foi? Como ele é? Ele é bonito? Que que ele faz? Quantos anos ele tem? Foi legal? Vocês vão se ver de novo?”

Daí eu contei pra um amigo e ele: “Mas e aí, você deu umazinha?”

vou e não vou

16 outubro, 2010

(encarte do meu McCartney 71 de sebo)

Posso desabafar? Blog é metade meu, mas posso desabafar, não posso? ok.

Se eu dissesse pra minha versão 1996 que mês que vem estarei vendo Paul fucking McCartney ao vivo em carne e osso, estaria dando pequenos pitis a cada 20 minutos. Mas né, sou praticamente uma balzaquiana, essa fase pasta catálogo com clipping de notícias de Beatles passou. Então essa sou eu, hoje, indo ver James Paul McCartney ao vivo, resignada em ter que presenciar gente que acha que Live and let die é do Guns (digo e repito que a vida em sociedade não é para mim).

Segue, então, uma setlist das minhas hiper super mega favoritas, músicas essas que ele nunca deve ter cantado em lugar nenhum, só mesmo no estúdio na hora que gravou (os xiitas que esclareçam-me os detalhes nos comentários, se quiserem).

My Carnival
Smile Away
Love is Strange (ia ser lindo)
Oo You
The Back Seat of my Car
Picasso’s Last Words
Call Me Back Again (dá conta hoje em dia, McCartney?)
So Bad (e ponha aí um Ballroom Dancing, por que não?)
Goodnight Tonight (uma latinidade no país tropical)

e, claro, o completamente impossível

Mamunia

O que nos leva a concluir com esse post que:
a) minha setlist é a explicação básica do porquê d’eu não ser uma estrela do rock internacional;
b) Paul McCartney preza pelo meu bem estar e não morrerei do coração.

não sei vocês…

12 agosto, 2010

mas eu já tenho candidato:

Peixe para vizinho da Grazi! Porque se é pra avacalhar com gosto…

dicas musicais

16 julho, 2010

(uau, Grazi, DOIS posts em um dia?! você está on firah!)

ThinkBing também é cultura, prezados leitores, por isso deixo pra vocês duas dicas da mais fina qualidade:

Sacassaia – uma banda/grupo/projeto assim meio rap, meio dancehall e muito dançante (sei lá essas denominações…) diretamente da nossa capital federal. Bom, clica lá e baixe o cd de graça. Impossível ficar parado (as minhas preferidas são Pega o gringo, Ossoduro e Canibal)

Faroff – mashups estão na moda, já rolou até episódio de Glee falando disso (a louca da enfermeira escolar deu um aditivinho pros alunos, ficaram tudo loko!) e esse cara faz uns mashups da melhor qualidade e adivinha – também é cria da capital! Tocava no Móveis Coloniais de Acaju, foi fazer doutorado em Harvard e agora faz mashups mundo afora. E ele não mash up só as músicas mas também os vídeos. Meu destaque, de loooonge o preferido, é o Funky Shack. Ouve lá!

E já que o assunto é música, dá um pulo lá no site do Coletivo Noções Unidas e ouve a mixtape dos DJs mais mais do DF!

Mudernidades

16 julho, 2010

Olha, eu sou super a favor do movimento gay (englobando aí lésbicas, transexuais etc e tal). Acho que é muito difícil você achar alguém que te ama como você é e você ame igual, então acho mesmo que eles têm que se casar e criar filhos  (até porque tem uns héteros fazendo muita merda por aí). Na minha humilde opinião, bissexualidade é coisa de gente indecisa, mas mesmo assim, se você quer sair pegando tudo e todos, vá lá (desde que haja consenso, claro!), a vida é sua, você quem sabe.

Dito isso, me explica QUE MULHER se sente atraída por uma criatura dessa:

Sério. Modernidade demais pra minha cabeça.

Antes de mais nada, atenção ao título do post. Aspas em inglês são fechadas após o sinal de pontuação. “The sentences end like this.” Pela atenção, obrigada.

Mas o importante é que hoje Richard Starkey Jr., o seu, o meu, o nosso RINGO STARR (caixa alta, letras piscando, você também visualiza, leitor?) completa setenta primaveras. E o Youtube nos disponbiliza sensacionais comerciais para comemorar a data:

e meu favorito

“wrong lads” hohoh ringo, love you, mate :*

em 3 passos:

1. vá frequentemente a determinado bar, seja simpático e sociável até o dia em que o garçom te reconheça pelo nome, mesmo sem nunca ter dito pra ele (eles vêem qual a sua graça no momento exato da pergunta “crédito ou débito?”);

2. faça propaganda exaustiva com seus conhecidos do menu, da temperatura da cerveja, do ambiente amistoso;

3. compre a camiseta temática:

*Politicamente corretos não são bem-vindos a este blog.

Claro que @vanortega me narrou o episódio de modo muito mais interessante, mas tudo bem.

E o episódio de hoje é sobre karaokê, olha que coincidência. Mas meu karaokê dos domingos acabou, quem se importa com karaokês agora? Não eu.

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